segunda-feira, 29 de junho de 2015

DILMA ROUSSEFF BANDIDA

ESCRIBA VALDEMIR M MENEZES

Dilma Rousseff participou do bárbaro assassinato do Soldado do Exército Mário Kozel Filho?

ESSA TERRORISTA MATOU O MEU FILHO
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O PROCESSO da TERRORISTA DILMA  está trancando em um COFRE no SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL. 
O STF não deixa ninguém ler: – confissão que há algo a esconder.
PENA QUE O STF ESTÁ NAS MÃOS DO PT – LÁ ESTÁ A FICHA DE DILMA…..
Estava no Fusca, no outro carro, ao lado do Quartel?  – Ficou no Esconderijo da VAR-Palmares?
SE  ficou no esconderijo esperando o pessoal da VAR PAlmares praticar a matança de soldados, quando viu essa foto não se arrependeu e não arrepende? até hoje? Ou quando os colegas voltaram pro esconderijo dizendo que arrembentaram o menino?
NENHUM CANAL DE TELEVISÃO JAMAIS ENTREVISTOU EM SANTA BÁRBARA DO OESTE-SP a Terezinha Kozel mãe do Mário;…Porque?  Está velhinha e vai morrer sem ser entrevistada.
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TRANCADO NO COFRE
Jornal recorre ao STF para ver processo de Dilma
Desde o início do ano, o jornal tenta ter acesso aos autos referentes à participação de Dilma em organizações da esquerda armada na época da ditadura. Porém, os arquivos foram trancados em um cofre, em abril, por decisão do presidente do Superior Tribunal Militar, ministro Carlos Alberto Soares. Ele alega querer evitar uso político do material.
O jornal entrou com Mandado de Segurança no próprio STM para ter acesso ao processo. O julgamento foi suspenso duas vezes, um por pedido de vista e o outro por questão processual. Segundo Taís Gasparian, advogada do jornal, ao adiar a decisão, o STM “viola o direito da requerente de obter a necessária e urgente decisão que lhe permita ter acesso aos autos da ação penal”.
Na ação no STF, a Folha de S. Paulo diz que Soares é uma “autoridade administrativa” e não pode, “arbitrariamente, decidir o que é levado ao conhecimento público e o que não é”. O jornal diz ainda que há uma negativa de “prestação jurisdicional” pelo tribunal.
O veículo justifica a urgência citando a “atualidade do interesse público”, já que a candidata pode se tornar a próxima presidente. Por isso, solicita acesso antes da eleição, para os leitores conhecerem o passado de Dilma.
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E já fizeram de tudo para apagar o artigo do Mário Kozel na Wikipedia escrito pelo Homem Culto, onde uma terrorista escreveu tentando se explicar.
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DILMA ROUSSEFF e FRANKLIN MARTINS em video CONFESSAM SEUS CRIMES:
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Como membro da VAR Palmares não há dúvida que participou do planejamento do bárbaro crime e não se arrependeu nem um pouco, não sentiu remorso algum como nenhum comunista sente em parte alguma do mundo.
Bolsonaro pede a prisão da terrorista Dilma Patrícia Wanda

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NOTA: Jamais leiam o site WIKIPEDIA em relação ao 1964, todos os artigos sobre 1964 da WIKIPEDIA estão controlados pelos infames comunistas.
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DILMA DEVERIA IR PARA A CADEIA, DIZEM BOLSONARO E BRILHANTE USTRA 
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O movimento armado de 31 de março de 1964, que depôs João Goulart do cargo de Presidente da República, impediu um golpe que os comunistas planejavam desencadear naquela conjuntura que julgavam oportuna, em face dos desmandos de toda ordem, sobretudo políticos e econômicos, bem como da falta de autoridade que o País mal suportava. Salomão Malina, antigo Secretário-Geral do Partido Comunista Brasileiro, em entrevista à imprensa, reconheceu que setores do PCB, com a aprovação de Luiz Carlos Prestes, conspiravam com aquele propósito, por isso que, ardilosamente, iriam aproveitar-se do clima de agitação reinante, na maior parte, provocado pelo próprio governo.
O Brasil caminhava, aceleradamente, para um desfecho imprevisível, em virtude do ambiente de desordem generalizada que se agravara a partir de 1961. Entretanto, os golpistas do “partidão” e seus aliados, mais uma vez, como já acontecera em investidas anteriores, que a história registra em cores fortes, não souberam identificar, na sociedade, a inquestionável repulsa a seus intentos de subversão da ordem e extremada violência. Dessa forma, entende-se o movimento armado de 31 de março, sem qualquer dúvida, como uma contrarrevolução que veio em socorro do povo brasileiro ameaçado seriamente pela baderna e pelo caos.
Hoje, os integrantes da frente de esquerda, que se apresenta solidamente enquistada no Poder, fiéis doutrinariamente à máxima de que os fins justificam os meios, voltam-se, especialmente, para as novas gerações, cujas mentes buscam envenenar com argumentação falaciosa, repetida à exaustão. Servem-se, largamente, de inocentes úteis, de vítimas da ignorância e de mentes corrompidas. Seus sequazes incentivam revisões da história que passam a narrar de forma distorcida, onde preponderam a mentira e a felonia. Nos postos de mando alinham-se, despudoradamente, terroristas, sequestradores, assaltantes de banco, criminosos todos, que se locupletam gulosamente de bolsas fartamente endinheiradas.
Mas, o que é sumamente grave, novas urdiduras estão em marcha acelerada, pois a partir dos anos 1980, a revolução comunista no Brasil ganhou uma nova vertente inspirada na revolução gramsciana de transição para o socialismo. Sua convivência com pensamento e a práxis política marxista-leninista de alguns partidos caracteriza uma postura tática de pluralismo das esquerdas. O êxito, já alcançado na penetração intelectual e moral do corpo social, é inegável. Chega a um estágio que se teme possa ser irreversível
DILMA E SEU PASSADO DE GUERRILHEIRA E SEU PRESENTE DE APOIAR AS GUERRILHAS DA COLOMBIA:

FOI O GRUPO TERRORISTA QUE ELA PARTICIPAVA QUE MATOU MARIO KOZEL…. QUE ELA FEZ,, FICOU SABENDO??  PARTICIPOU DO PLANEJAMENTO… OU OQUE…
E O COFRE DO ADEMAR…. ???   O LIVRO o cofre,,, DIZ QUE ELA SE ENCARREGOU DE TROCAR OS DOLARES POR CRUZEIROS..

Dilma assaltava e roubava diz Ex-Marido: Hoje o nome da coisa é Corrupção

3 de junho de 2012
O DEBATE ESTÁ ABERTO:  Alguém aí viveu os fatos, tem esclarecimentos a dar?
APERITIVO ANTES:   VIDEO DE MALUF , COLLOR E SARNEY APOIANDO DILMA, E  ZÉ DIRCEU  CHAMANDO DILMA DE COMPANHEIRA DE ARMAS.
Na internet circula uma suposta carta dos pais de Mário Kozel Filho, recruta de 18 anos explodido e destruído por terroristas do grupo VPR (Vanguarda Popular Revolucionária) de Dilma e Carlos Marighela.
Será que Dilma Roussef realmente estava lá para assassinar Mário Kozel Filho, no QG do II Exército em Sampa?:
ELA SÓ FICOU DE LONGE ACOMPANHANDO O QUE OS AMIGOS deVPR     faziam?
“Na madrugada de 26 de junho de 1968 estava no quartel, em serviço, quando ouviu um tiro, disparado pelo soldado Rufino, que fazia a guarda externa do quartel. Saiu para ver o que se passava e foi informado pelo soldado Rufino que o tiro foi para cima, para advertir um automóvel que, em alta velocidade, rompeu a barreira da área proibida ao tráfego de veículos.
O motorista do automóvel deve ter se assustado e colidiu com um poste. Mário, preocupado em ajudar possíveis feridos, foi até o mesmo. Ao se aproximar do automóvel acidentado, um outro automóvel passa pelo local e seus ocupantes lançam sobre o automóvel acidentado uma bomba de grande poder destrutivo. Mário teve morte instantânea, pedaços de seu corpo foram lançados em todas as direções.

Tirem os esqueletos da Dilma do cofre do STM.

Dilma Roussef e Mario Kozel Filho. Ela está viva. Ele está morto.
Os blogs do esgoto estão revoltados com a exigência da sociedade brasileira em conhecer quem é Dilma Rousseff. Dizem que a ficha criminal da candidata, fechada a sete chaves dentro de um cofre do Superior Tribunal Militar, deve ter sido forjada pelos torturadores militares. E, pasmem, afirmam que Dilma foi uma jovem idealista que lutou contra a ditadura. É muita canalhice. A jovem idealista está aí, leve, livre e solta, concorrendo à presidência da República. Viva. O soldado Mario Kozel Filho, ao contrário, que era um jovem cumprindo serviço militar, foi brutalmente assassinado pela Vanguarda Popular Revolucionária, VPR, onde Dilma era uma das líderes e planejava os atentados terroristas, segundo ela mesmo declarou várias vezes. Mário, o jovem de 18 anos, foi atingido por uma bomba lançada pelo grupo armado da Dilma e pedaços do seu corpo foram achados a 400 metros de distância. Dentro daquele cofre que esconde a biografia da Dilma, pode estar a resposta sobre quem matou Mário Kozel Filho. Que estes ratos do esgoto não venham com a história da jovem que lutava contra a ditadura. Estes terroristas que lutavam contra a ditadura  queriam implantar o comunismo no Brasil e assassinavam jovens em portas de quartéis.
Mário antes e depois da Dilma?
“‘Um dos ocupantes do segundo automóvel era Dilma Rousseff.”
“Não consigo entender como é possível uma assassina permanecer solta e ainda chegar aonde essa mulher chegou. Dilma e outros criminosos e assassinos, que deveriam estar nas penitenciárias, relaxam e gozam sem quaisquer preocupações, enquanto os ladrões de galinhas sofrem severas penalidades.
Agora, a exemplo do que fizeram com Lula, os marqueteiros vão tentar vender a imagem de paz e amor dessa assassina.Ainda assim, enquanto eu viver, não me calarei, até que todos saibam
.” Mário e Therezinha Kosel.
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O bravo deputado JAIR BOLSONARO pede a inclusão de Mário Kozel no livro de heróis da pátria.
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PROJETO DE LEI Nº , DE 2005
(Do Sr. ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO e JAIR BOLSONARO)
Inscreve o nome do militar Mário Kozel Filho no Livro dos Heróis da Pátria.
O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º Será inscrito no Livro dos Heróis da Pátria, que se encontra no  Panteão da Liberdade e da Democracia, em Brasília, o nome de Mário Kozel Filho.
Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
JUSTIFICATIVA
Pela presente proposição, pretendemos inserir, no livro dos heróis da Pátria, o nome de um brasileiro que, por sua atuação como militar, prestou relevantes serviços à nação brasileira. Estamos nos referindo ao militar Mário Kozel Filho.
O  jovem Mário , conhecido em sua casa como “Kuka”, é convocado para servir à Pátria e defendê-la contra possíveis agressões internas ou externas e é designado para o Quartel General do II Exército, em São Paulo/SP.
Na mesma época, o Capitão guerrilheiro Carlos Lamarca, formado pela Academia Militar das Agulhas Negras, serve no 4º RI, em Quitaúna/SP.
O destino dos dois vai se cruzar tragicamente.
O soldado Kosel continua servindo, com dedicação, a Pátria que jurou defender. No dia 26/06/68, como sentinela, zela pela segurança do Quartel General, no Ibirapuera. Às 0430h, ele está vigilante em sua guarita. A madrugada é fria e a visibilidade muito pouca. Nesse momento, um tiro é disparado por uma sentinela contra uma camioneta chevrolet que desgovernada tenta penetrar no quartel. Seu motorista saltara dela em movimento, após acelerá-la e direcioná-la para o portão do QG.
O soldado Rufino, também sentinela, dispara 6 tiros contra o mesmo veículo que finalmente bate na parede externa do quartel. Kozel sai do seu posto e corre em direção ao carro para ver se há alguém no seu interior. Há uma carga com 50 quilos de dinamite que, em segundos depois, explode e espalha destruição e morte num raio de 300 metros. Seu corpo é dilacerado. Seis militares ficaram feridos: o Cel Eldes de Souza Guedes e os soldados João Fernandes de Souza, Luiz Roberto Juliano, Edson Roberto Rufino, Henrique Chaicowski e Ricardo Charbeau. É mais um ato terrorista da organização chefiada por Lamarca, a VPR.
Participaram deste crime hediondo os seguintes onze terroristas: Waldir Carlos Sarapu (“Braga, “Rui”), Wilson Egídio Fava (“Amarelo”, “Laercio”), Onofre Pinto (“Ari”, “Augusto”, “Bira”, “Biro”, “Ribeiro”), Eduardo Collen Leite (“Bacuri”, “Basilio”), Diógenes José Carvalho de Oliveira (“Leandro”, “Leonardo”, “Luiz”, “Pedro”), José Araújo de Nóbrega (“Alberto”, “Zé”, “Pepino”, “Monteiro”), Oswaldo Antônio dos Santos (“Portuga”), Dulce de Souza Maia (“Judith”), Renata Ferraz Guerra de Andrade (“Cecília”, “Iara”), José Ronaldo Tavares de Lira e Silva (“Dias”, “Joaquim”, “Laurindo”, “Nunes”, “Roberto Gordo”, “Gordo”) e Pedro Lobo de Oliveira (“Getúlio”, “Gegê”).
Após a sua morte o soldado Kosel foi promovido a 3º sargento e sua família passou a receber a pensão correspondente a este posto. O Exército Brasileiro numa justa homenagem colocou o seu nome na praça de desfiles do QG do II Exército.
Mário Kosel Filho, soldado cumpridor dos seus deveres, cidadão brasileiro que morreu defendendo a Pátria, está totalmente esquecido, o nosso Projeto visa corrigir essa injustiça.
Sala das Sessões, em junho de 2005.
Deputado ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO-PRONA – SP
Deputado JAIR BOLSONARO-PP/RJ

Fonte:
http://homemculto.com/dilma-rousseff-participou-do-barbaro-assassinato-do-soldado-mario-kozel-filho/

sábado, 24 de maio de 2014

OSWALDO CRUZ

Osvaldo Cruz

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Osvaldo Cruz Academia Brasileira de Letras
Nome completoOsvaldo Gonçalves Cruz
Nascimento5 de agosto de 1872
São Luiz do Paraitinga
Morte11 de fevereiro de 1917 (44 anos)
Petrópolis
Nacionalidade Brasileiro
Alma materFaculdade de Medicina do Rio de Janeiro,Universidade Federal do Rio de Janeiro
OcupaçãoCientistamédicobacteriologista,epidemiologista e sanitarista
Foi pioneiro no estudo das moléstias tropicais e da medicina experimental no Brasil. Fundou em 1900 o Instituto Soroterápico Nacional no bairro de Manguinhos, no Rio de Janeiro, transformado em Instituto Oswaldo Cruz, respeitado internacionalmente.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Casa onde nasceu Osvaldo Cruz, em São Luís do Paraitinga,São Paulo.
Filho de cariocas, nasceu no interior de São Paulo. Aos cinco anos, acompanhou a família no retorno ao Rio de Janeiro. Ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1887, formando-se em 1892. Casou-se aos 20 anos, com jovem de família rica. Em 1896 estagiou durante três anos no Instituto Pasteur, em Paris, sendo discípulo de Émile Roux, seu diretor. Voltou ao Brasil em 1899 e organizou o combate ao surto de peste bubônica registrado em Santos (SP) e em outras cidades portuárias. Demonstrou que a epidemia era incontrolável sem o emprego do soro adequado. Como a importação era demorada, propôs ao governo a instalação de um instituto para fabricá-lo.
Capa da Revista da Semana (outubro de 1904) sobre a Revolta da Vacina.
Foi então criado o Instituto Soroterápico Federal (1900), cuja direção assumiu em 1902.
Diretor-geral da Saúde Pública (1903), nomeado por José Joaquim Seabra, Ministro da Justiça, e pelo Presidente Rodrigues Alves, coordenou as campanhas de erradicação da febre amarela e da varíola, no Rio de Janeiro. A nomeação foi uma surpresa geral. Organizou os batalhões de "mata-mosquitos", encarregados de eliminar os focos dos insetos transmissores. Convenceu Rodrigues Alves a decretar a vacinação obrigatória, o que provocou a rebelião de populares e da Escola Militar (1904) contra o que consideram uma invasão de suas casas e uma vacinação forçada, o que ficou conhecido como Revolta da Vacina. A cidade era uma das mais sujas do mundo, pois dos boletins sanitários da época se lê que a Saúde Pública em um mês vistoriou 14.772 prédios, extinguiu 2.328 focos de larvas, limpou 2.091 calhas e telhados, 17.744 ralos e 28.200 tinas. Lavou 11.550 caixas automáticas e registos, 3.370 caixas d´água, 173 sarjetas, retirando 6.559 baldes de lixo e dos quintais de casas e terrenos 36 carroças de lixo, gastando 1.901 litros de petróleo (são dados do livro indicado abaixo, de Sales Guerra). Houve um momento em que foi apontado como «inimigo do povo», nos jornais, nos discursos da Câmara e do Senado, nas caricaturas e nas modinhas de Carnaval. Houve uma revolta, tristemente célebre como a revolta do «quebra-lampeão», em que todos foram quebrados pela fúria popular, alimentada criminosamente durante meses pela demagogia de fanáticos e ignorantes.
Premiado no Congresso Internacional de Higiene e Demografia, em Berlim (1907), deixou a Saúde Pública (1909).
Dirigiu a campanha de erradicação da febre amarela em Belém do Pará e estudou as condições sanitárias do vale do rio Amazonas e da região onde seria construída a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré em Rondônia.
Em 1916 ajudou a fundar a Academia Brasileira de Ciências e, no mesmo ano, assumiu a prefeitura de Petrópolis. Doente, faleceu um ano depois, não tendo completado o seu mandato.
Sua vida é retratada no romance Sonhos Tropicais de Moacyr Scliar.

Homenagens[editar | editar código-fonte]

Estátua de Osvaldo Cruz, Rio de Janeiro.
Sua face em uma moeda de 400réis de 1936.
Na cidade do Rio de Janeiro, uma estação de trem, uma avenida, um bairro e diversas escolas têm o nome de Osvaldo Cruz, além do Instituto Soroterápico (atual FIOCRUZ), por ele fundado. Um município do estado de São Paulo também tem o seu nome.
Em 1909, quando Carlos Chagas descobriu o protozoário causador da tripanossomíase americana (popularmente conhecida como "doença de Chagas") batizou-o com o nome de "Trypanosoma cruzi", em homenagem a Osvaldo Cruz.
Homenageado na capital de São Paulo, com o logradouro Praça Oswaldo Cruz, no início da Avenida Paulista.
Em 1913 foi fundado o Centro Acadêmico Oswaldo Cruz, entidade representativa dos estudantes de medicina da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP).
Em 1936 o sanitarista teve a sua efígie cunhada na moeda brasileira de 400 réis, e, em 1986, impressa nas notas de Cz$ 50,00 (cinqüenta cruzados).
Em 1983, a Marinha do Brasil homenageou-o com o NAsH Oswaldo Cruz (U-18), que opera nos rios da Amazônia a partir da cidade de Manaus.

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Osvaldo Cruz é o segundo ocupante da cadeira 5 na Academia Brasileira de Letras, eleito em 11 de maio de 1912, na sucessão de Raimundo Correia e recebido pelo acadêmico Afrânio Peixoto em 26 de junho de 1913.

Notas[editar | editar código-fonte]

  1. Ir para cima A grafia original do nome do biografado, Oswaldo Gonçalves Cruz, deve ser atualizada conforme a onomástica estabelecida a partir do Formulário Ortográfico de 1943, por seguir as mesmas regras dos substantivos comuns (Academia Brasileira de Letras – Formulário Ortográfico de 1943). Tal norma foi reafirmada pelos subsequentes Acordos Ortográficos da língua portuguesa (Acordo Ortográfico de 1945 e Acordo Ortográfico de 1990). A norma é optativa para nomes de pessoas em vida, a fim de evitar constrangimentos, mas após seu falecimento torna-se obrigatória para publicações, ainda que se possa utilizar a grafia arcaica no foro privado (Formulário Ortográfico de 1943, IX).

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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JOSÉ ERMÍRIO DE MORAIS

JOSÉ ERMÍRIO DE MORAIS
Por Valdemir Mota de Menezes


Nasceu em Nazaré da Mata, Pernambuco, 21 de janeiro de 1900 e faleceu em São Paulo, no dia 9 de agosto de 1973. Entrou na história como um empresário, engenheiro e político brasileiro, fundador do Grupo Votorantim. José Ermírio era de uma família de fazendeiros de Pernambuco, estudou engenharia na conceituada Escola de Minas do Colorado, em Golden, Estados Unidos. De volta ao Brasil, trabalhou em uma fábrica de tecidos no interior de São Paulo, casou com a filha do dono e depois comprou as ações desta empresa e assumiu o seu controle. Em sua gestão a empresa cresceu, ampliou seus negócios em outros setores e criou o poderoso grupo empresarial VOTORANTIM. Seu filho Antônio Ermírio de Moraes herdou não somente a fortuna do pai, mas a capacidade de trabalho e empreendedorismo, se tornando outro gigante brasileiro. Hoje o grupo possui 28 mil funcionários em 10 negócios diferentes, como tecelagem cimento, produtos químicos, e telefonia.

MY HEROES: JOSÉ ERMÍRIO DE MORAES

MY HEROES: JOSÉ ERMÍRIO DE MORAES
By: Scribe Valdemir M Menezes

Born in Nazaré da Mata, Pernambuco, January 21, 1900 and died in São Paulo, on August 9, 1973. Entered the history as an entrepreneur, engineer and Brazilian politician, founder of the Votorantim Group. José Ermírio was from a family of farmers in Pernambuco, studied engineering at the prestigious Colorado School of Mines in Golden, United States. Back in Brazil, he worked in a textile factory in São Paulo, married the daughter of the owner and then bought shares of this company and assumed its control. During his tenure the company grew, it expanded its business into other sectors and created the powerful business group Votorantim. His son Antonio de Moraes Ermírio not only inherited his father's fortune, but the ability to work and entrepreneurship, becoming another Brazilian giant. Today the group has 28 thousand employees in 10 different businesses, such as weaving cement, chemicals, and telecommunications.